terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Não tem sem paciência que aguente.

Exatemente as 1:30h da manhã o celular vibra.

- Alô?
- Simone?
- Alô?
- Simone?
- Não, não tem nenhuma simone aqui não!
- Simone?

Sem paciência desligo o celular.

O celular vibra novamente, uma mensagem:
" Vc me qdeu o fone errado ceone? Q coisa. "


Que coisa mesmo meu senhor, que coisa!
Só Jisus na vida da criatura.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008


Tô pensando em apertar
O botão de resetar
A vida vem transformar
O que eu não sei rimar.
Ou eu sei rimar e isso vai melhorar?!
O mundo deveria acabar!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Passei por uma rua ontem, a rua que eu constumava está quase todos os dias a um mês ou mais atrás por mais de um ano, a rua de uma pessoa que era minha rotina e que continua a ser, mas sem a ver muito. Foi engraçado, levei um tapa. O cheiro foi o que me fez sentir o que eu senti (eu tenho uma certa fissura por cheiros, um dia eu explico isso) depois a locadora, o policial, o mercadinho, a entrada da porta do prédio... Eu me toquei, franzi a testa e pensei: Se era isso que eu queria? Como foi sumir assim das minhas mãos?
É estranho essas coisas de destino (ao menos eu acho que foi tuudo armação dele, serve como consolo) tudo muda tão rápido. O melhor é que eu estou super bem! Aaaah como isso é bom!
Tem alegria, tem paixão, tem sorriso, tem dinheiro, tem amigos.
É, eu acho que do que reclamar eu não tenho não mas a gente nunca tá satisfeito com o que tem né?!
Meu próximo lema vai ser esse: Esteja satisfeita com o que tem, minha filha!

quarta-feira, 21 de maio de 2008

A tua presença
Entra pelos sete buracos da minha cabeça
A tua presença
Pelos olhos, boca, narinas e orelhas
A tua presença
Paralisa meu momento em que tudo começa
A tua presença
Desintegra e atualiza a minha presença
A tua presença
Envolve meu tronco, meus braços e minhas pernas
A tua presença
É branca, verde, vermelha, azul e amarela
A tua presença
É negra, negra, negra, negra, negra, negra, negra, negra, negra
A tua presença
Transborda pelas portas e pelas janelas
A tua presença
Silencia os automóveis e as motocicletas
A tua presença
Se espalha no campo derrubando as cercas
A tua presença
É tudo o que se come, tudo o que se reza
A tua presença
Coagula o jorro da noite sangrenta
A tua presença
É a coisa mais bonita em toda a natureza
A tua presença
Mantém sempre teso o arco da promessa. (essa parte me deixou dúvidas)



Caetano Veloso, A tua presença morena.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

E como pode acabar assim?
E como pode não ter mais pra onde ir?

Olho pra trás, olho sim. Comparo, tiro fins.
Duvidas comem minhas palavras.
Duvidas comem meus gestos.
Toda ação gera uma triplação.
A esperança rasga minha pele até atingir o coração.
Tá ótimo e ruim.

Acho que o costume falta chegar.

sábado, 26 de abril de 2008

na/de cara

Gosto dos acontecimentos.
Gostos dos acasos.
Das cores... laranja!
Um tipo mecânica.

Que olha, olha, olhando vai embora.
Apaixonante e duvidamente emocionante diz: Até a proxima.

domingo, 20 de abril de 2008

Eu te vi nego
Tão perto, tão rápido.
Vai nego, me dá a mão de novo
Dessa vez com palavras.
Vai nego, que o tempo me seduz
E me deixa dúvidas de até quando vou acordar.
Vai nego, vem.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Minha tela tá em branco.
Minha parede tá incompleta.
Meu blog jogado ao relento.
Meus planos a 1000m de mim.
Meu coração partido em zilhões de pedaços.
Tá tudo assim, cinza.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008


Por que mulher sempre chora?
Ô mulher, acorda!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

100 querer

Queria que fosse um pouco diferente sim.
Espero tanto do sentimento alheio.
Me emociono fácil.
Espero uma visita surpresa todo dia, apesar de saber que a surpresa tá dormindo.
Sinto medo todo dia.
Penso que minha vida já era.
Deixo muito pra depois.
Quero tanto e faço pouco.

Tudo coisa de quem tá láá embaixo sem conseguir subir, pensando que tá láá em cima.
Sei seu pensamento agora. :"Coitada".
Mas que nada, sai da minha frente que eu quero passar.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Quando chove

Só vens a comentar dos meus relâmpagos e trovões
Nunca de minhas flores e cores;
De quando me transformo no melhor aroma
e dou pra você.